27 de novembro de 2010
Vídeos Sobre Atendimento
No canal do Atendimento Publicitário do You Tube você encontra diversos vídeos sobre a função. Visite.
23 de novembro de 2010
A Importância do Atendimento - Evento em Sergipe
Acontece no dia 24 de novembro mais uma edição do "Papo de Publicitário".
O tema do Papo é A Importância do Atendimento na Agência de Publicidade e o palestrante convidado é Henrique Loyola, Atendimento da Agência Fortune.
O evento será realizado no Campus da UFS em São Cristóvão, às 19h. Para participar, basta levar 1 Kg de alimento não perecível, que será doado a uma instituição de caridade.
Informações: papodepublicitario.ufs@gmail.com ou @papo_ufs.
O tema do Papo é A Importância do Atendimento na Agência de Publicidade e o palestrante convidado é Henrique Loyola, Atendimento da Agência Fortune.
O evento será realizado no Campus da UFS em São Cristóvão, às 19h. Para participar, basta levar 1 Kg de alimento não perecível, que será doado a uma instituição de caridade.
Informações: papodepublicitario.ufs@gmail.com ou @papo_ufs.
21 de novembro de 2010
Gerentão...ou não?
Gestão - ato de gerir; gerência, administração
Gestor – gerente, administrador
(Dicionário Aurélio)
Durante a campanha eleitoral uma figura volta e meia era trazida à tona de forma pejorativa nas falas, artigos, entrevistas: o “gerentão”. Essa figura funcionou como uma alegoria e um modo simplificado de dizer que para governar é necessário capacidade de avaliação, coordenação, solução de problemas, visão de futuro. Por isso, não seria interessante sermos governados por um “gerentão” – o oposto de tudo isso.
Acho que o termo foi aplicado e, consequentemente, entendido de forma não tão clara. Veja bem: capacidade de avaliação, coordenação, solução de problemas, visão de futuro não é por acaso atributo da gestão? E quem exerce a gestão, senão um gestor/gerente? Pois é. Como o debate de ideias passa sempre ao largo, não há o aprofundamento necessário para que se perceba o que se quer realmente dizer. Mora aí o perigo de que conceitos mal discutidos se tornem verdades.
Por trás dessa retórica fica parecendo que possuir qualidades gerenciais é demérito e até desnecessário. Que gestão é sinônimo de burocracia e caretice. E o pior de tudo: que gerenciar e pensar estrategicamente são atividades excludentes. Infelizmente, essa retórica não acontece somente na política...
Obviamente, existem bons e maus gestores (ou seriam gerentões e gerentinhos?). Entretanto, toda boa gestão é estratégica. Desde a escolha do time e da carteira de clientes, passando por definição de metas e o estímulo ao pensamento estratégico coletivo. Um bom gestor (ou seria um gerentão?) é a pessoa capaz de colocar tudo isso em prática. Seja quando se fala de país, de empresa ou da administração competente das contas publicitárias.
E tenho o dito.
5 de novembro de 2010
Oficina Sobre Atendimento em Teresina
Acontece, de 08 a 12 de novembro, a III Semana de Comunicação CEUT, tendo como tema Comunicação em todos os sentidos: uma manifestação da pluralidade do universo comunicacional, que inclui desde a comunicação interpessoal até os modos mediados e os midiatizados de comunicação contemporâneos.
Dentre as diversas atividades, haverá uma Oficina de Atendimento Publicitário, ministrada por Marília Boavista (@mariliaboavista), que é Gerente de Atendimento da Time Propaganda.
Conversamos com Marília, que nos passou em primeira mão o que vai rolar na Oficina: "irei focar a relação Atendimento x Cliente, partindo do princípio de que devemos educar e formar os clientes para que esse relacionamento seja cada vez melhor, fácil e rentável. Também pretendemos introduzir conceitos básicos de brand experience, gestão de marcas, planejamento, a relação do online x offline."
Marília trará também um convidado, Igor Drey, que é especialista em comunicação digital e mídias sociais, que falará sobre as mudanças que a internet trouxe para o mercado de comunicação e marketing.
Para mais informações
Fone: 86) 4009-4300 r. 4334 (INOVE)
E-mail: inove@ceut.com.br
Dentre as diversas atividades, haverá uma Oficina de Atendimento Publicitário, ministrada por Marília Boavista (@mariliaboavista), que é Gerente de Atendimento da Time Propaganda.
Conversamos com Marília, que nos passou em primeira mão o que vai rolar na Oficina: "irei focar a relação Atendimento x Cliente, partindo do princípio de que devemos educar e formar os clientes para que esse relacionamento seja cada vez melhor, fácil e rentável. Também pretendemos introduzir conceitos básicos de brand experience, gestão de marcas, planejamento, a relação do online x offline."
Marília trará também um convidado, Igor Drey, que é especialista em comunicação digital e mídias sociais, que falará sobre as mudanças que a internet trouxe para o mercado de comunicação e marketing.
Para mais informações
Fone: 86) 4009-4300 r. 4334 (INOVE)
E-mail: inove@ceut.com.br
12 de outubro de 2010
A Pergunta de Um Milhão de Dólares
Você sabe qual a média salarial real correspondente ao cargo que exerce? Tem certeza se está sendo remunerado de forma justa? Responda se for capaz: qual é a média salarial de um Executivo de Contas, de um Diretor de Contas, de um Supervisor de Contas? Essas perguntas martelam na nossa cabeça, mas acabamos deixando pra lá não por falta de vontade de saber, mas por estarmos certos de que faltam respostas consistentes que nos ajudem na hora de negociar o salário. E não estou falando apenas de quem está pleiteando uma posição, mas também de quem deseja contratar. Porque essa é uma das angústias que nos acompanham, sejamos empregadores, empregados e até mesmo freelancers.
Há complicadores que impedem que tenhamos clareza sobre o assunto. O primeiro deles é a ignorância de empregados e empregadores sobre os job descriptions (em bom português, as descrições dos cargos) dos diferentes níveis profissionais dos Atendimentos. Não existindo uma sistematização adotada de verdade pelo mercado publicitário, o que se vê de monte são executivos de conta exercendo funções de supervisores (com salário de executivos, claro), diretores de conta subaproveitados, diretores de Atendimento que só têm pose e não função definida, e por aí vai. Para dar uma ajudinha nesse sentido, já publiquei um post com essas definições (link).
Outro complicador é que na composição de salário também entram fatores como tamanho da empresa, faturamento das contas atendidas e as características do mercado em que você atua.
E, last but not least, complica muito por uma questão cultural: nós brasileiros não compartilhamos informações sobre quanto ganhamos temendo inveja e que tais. Então, troca de informações não rola tanto assim.
Enfim, nesse assunto não há expertise, apenas suposições. Uma pena.
Entretanto – que inveja! - isso não acontece em países como os EUA. Veja por exemplo o que a empresa de recrutamento e seleção The Creative Group faz. Todos os anos ela produz e divulga gratuitamente um Guia de Salários do mercado de comunicação e marketing (são especialistas em recrutar esses profissionais). Esse guia engloba todas as posições das agências, de criativos a atendimentos, bem como posições de marketing e relações públicas. O guia é minuciosamente elaborado considerando-se os dados que eles coletam ao recrutar profissionais + pesquisas realizadas com executivos de marketing e propaganda nacionalmente + análises de tendências em termos de contratações realizadas no país. A partir daí eles divulgam a média salarial nacional de cada posição, considerando os salários recebidos pelo funcionário ou freelancer ao assumir a posição em questão (pois com tempo de casa isso tende a mudar com promoções e bônus). O melhor de tudo: eles fornecem quocientes que você pode usar para calcular o salário no seu estado, portanto é muito fácil ter uma ideia precisa do que se paga em cidades como Nova York e em Los Angeles, por exemplo.
Como curiosidade, listo abaixo o que o The Creative Group informa como sendo a média salarial nacional dos profissionais de Atendimento nos EUA. Atenção porque os números abaixo representam o salário anual em dólares (nos EUA são 12 salários e não 13, como aqui):
- Coordenador de Contas (experiência de 1 a 3 anos) - de $33,750 a $46,000
- Executivo de Contas (experiência de 3 + anos) ------- de $45,750 a $63,000
- Gerente de Contas ( 5 + anos) ------------------------------- de $56,250 a $78,750
- Supervisor de Contas ---------------------------------------------de $65,000 a $87,200
- Diretor de Contas ------------------------------------------------ de $79,750 a $104,750
E aí, será que esse post esclareceu ou confundiu ainda mais?
Há complicadores que impedem que tenhamos clareza sobre o assunto. O primeiro deles é a ignorância de empregados e empregadores sobre os job descriptions (em bom português, as descrições dos cargos) dos diferentes níveis profissionais dos Atendimentos. Não existindo uma sistematização adotada de verdade pelo mercado publicitário, o que se vê de monte são executivos de conta exercendo funções de supervisores (com salário de executivos, claro), diretores de conta subaproveitados, diretores de Atendimento que só têm pose e não função definida, e por aí vai. Para dar uma ajudinha nesse sentido, já publiquei um post com essas definições (link).
Outro complicador é que na composição de salário também entram fatores como tamanho da empresa, faturamento das contas atendidas e as características do mercado em que você atua.
E, last but not least, complica muito por uma questão cultural: nós brasileiros não compartilhamos informações sobre quanto ganhamos temendo inveja e que tais. Então, troca de informações não rola tanto assim.
Enfim, nesse assunto não há expertise, apenas suposições. Uma pena.
Entretanto – que inveja! - isso não acontece em países como os EUA. Veja por exemplo o que a empresa de recrutamento e seleção The Creative Group faz. Todos os anos ela produz e divulga gratuitamente um Guia de Salários do mercado de comunicação e marketing (são especialistas em recrutar esses profissionais). Esse guia engloba todas as posições das agências, de criativos a atendimentos, bem como posições de marketing e relações públicas. O guia é minuciosamente elaborado considerando-se os dados que eles coletam ao recrutar profissionais + pesquisas realizadas com executivos de marketing e propaganda nacionalmente + análises de tendências em termos de contratações realizadas no país. A partir daí eles divulgam a média salarial nacional de cada posição, considerando os salários recebidos pelo funcionário ou freelancer ao assumir a posição em questão (pois com tempo de casa isso tende a mudar com promoções e bônus). O melhor de tudo: eles fornecem quocientes que você pode usar para calcular o salário no seu estado, portanto é muito fácil ter uma ideia precisa do que se paga em cidades como Nova York e em Los Angeles, por exemplo.
Como curiosidade, listo abaixo o que o The Creative Group informa como sendo a média salarial nacional dos profissionais de Atendimento nos EUA. Atenção porque os números abaixo representam o salário anual em dólares (nos EUA são 12 salários e não 13, como aqui):
- Coordenador de Contas (experiência de 1 a 3 anos) - de $33,750 a $46,000
- Executivo de Contas (experiência de 3 + anos) ------- de $45,750 a $63,000
- Gerente de Contas ( 5 + anos) ------------------------------- de $56,250 a $78,750
- Supervisor de Contas ---------------------------------------------de $65,000 a $87,200
- Diretor de Contas ------------------------------------------------ de $79,750 a $104,750
E aí, será que esse post esclareceu ou confundiu ainda mais?
27 de setembro de 2010
Pra Pensar
A Criação nem sempre tem razão.
O Cliente nem sempre tem razão.
Você nem sempre tem razão.
Fonte: palestra de Karina Domingues, diretora de contas da JWT, no Fest´up.
23 de setembro de 2010
O Diabo Veste
Frequentemente estamos preocupados em entender o comportamento do consumidor. Nos preocupamos também com a forma com que nossos clientes pensam e agem, e tentamos nos adaptar a certas condições para que o trabalho flua melhor. Isso nos toma tempo, ocupa nossos corações e mentes. Tanto que acabamos nos esquecendo de que dentro do escritório, ao seu lado, existem pessoas e que você terá de interagir com elas. Para o bem e para o mal.
O mal que assombra esse post é a ignorância alheia. A ignorância no sentido de desconhecimento. Mas não vou dourar a pílula. Desconhecimento no trabalho tem nome: incompetência. E incompetência tem consequência. E a consequência da incompetência alheia pode levar à destruição silenciosa do seu trabalho. Todo cuidado, pois.
Eu poderia dizer que existem processos de aprendizagem e que nem todos estamos no mesmo estágio. Isso seria educado e politicamente correto, mas repito: não vou dourar a pílula. Pessoas inconscientemente incompetentes trabalham ao seu lado. Elas são uma bomba-relógio, um perigo iminente, um cupim (aparentemente) pequenino e inofensivo que corrói sua cama enquanto você dorme.
Quero deixar claro que não estou falando de estagiários ou pessoas em início de carreira, pois esses são conscientemente incompetentes, o que é ótimo. Falo de pessoas com dificuldade de apreensão. Pessoas em que faltam assertividade e raciocínio lógico. Pessoas que não conseguem compreender as coisas em seu sentido amplo, mas que apoiadas na simples cronologia acreditam piamente que o tempo as tornou bons profissionais e seguem em frente deixando um rastro de confusões.
Esses inconscientemente incompetentes subvertem o que você diz, não conseguem entender o porquê de um pedido, acreditam piamente que coordenam enquanto bagunçam. E não raro se apóiam em simpatia e pseudocolaboração para cativar colegas enquanto os resultados de seu trabalho estão longe da eficácia.
Vade retro!
O mal que assombra esse post é a ignorância alheia. A ignorância no sentido de desconhecimento. Mas não vou dourar a pílula. Desconhecimento no trabalho tem nome: incompetência. E incompetência tem consequência. E a consequência da incompetência alheia pode levar à destruição silenciosa do seu trabalho. Todo cuidado, pois.
Eu poderia dizer que existem processos de aprendizagem e que nem todos estamos no mesmo estágio. Isso seria educado e politicamente correto, mas repito: não vou dourar a pílula. Pessoas inconscientemente incompetentes trabalham ao seu lado. Elas são uma bomba-relógio, um perigo iminente, um cupim (aparentemente) pequenino e inofensivo que corrói sua cama enquanto você dorme.
Quero deixar claro que não estou falando de estagiários ou pessoas em início de carreira, pois esses são conscientemente incompetentes, o que é ótimo. Falo de pessoas com dificuldade de apreensão. Pessoas em que faltam assertividade e raciocínio lógico. Pessoas que não conseguem compreender as coisas em seu sentido amplo, mas que apoiadas na simples cronologia acreditam piamente que o tempo as tornou bons profissionais e seguem em frente deixando um rastro de confusões.
Esses inconscientemente incompetentes subvertem o que você diz, não conseguem entender o porquê de um pedido, acreditam piamente que coordenam enquanto bagunçam. E não raro se apóiam em simpatia e pseudocolaboração para cativar colegas enquanto os resultados de seu trabalho estão longe da eficácia.
Vade retro!
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